Tradicionalmente o controle da circovirose sempre foi feito através de programa de vacinação das fêmeas. Inúmeros estudos já comprovaram que a vacinação com Circovac® induz intensa resposta imune nas fêmeas/marrãs vacinadas, e que esta proteção se estende passivamente à progênie através do colostro, sendo suficiente para se prover a proteção necessária contra os desafios a campo.
"O problema é que não se conhece com exatidão quais são os níveis de anticorpos necessários para eliminar completamente os riscos da infecção", explica o Médico Veterinário e Patologista Edson Bordin, Gerente Técnico da Merial."Por isso existe tanto debate sobre a necessidade de se realizar uma vacinação extra dos leitões, com o objetivo de se aumentar o nível de anticorpos circulantes e assim, teoricamente, aumentar as chances do animal não desenvolver os sintomas da doença", ressalta Bordin. Isso é extremamente importante quando a colostragem não é boa.
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Segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) a carne suína representa 39% do consumo mundial de proteína animal e é a carne mais consumida no mundo.
Na Europa o consumo de carne suína é de 45 quilos per capita/ano. Mas no Brasil, esse número ainda fica muito abaixo disso. Dados da EMBRAPA colocam o consumo de carne suína no Estado de Santa Catarina, com cerca de 23 kg/habitante/ano.
> Leia maisA Circovirose suína é uma enfermidade que foi reconhecida apenas recentemente, sendo que sua primeira ocorrência no Brasil foi descrita somente no ano de 2000.
Seu agente causador é o circovírus (PCV-2) e à Síndrome Dermatite-Nefropatia dos Suínos (SDNS), sendo que as principais alterações observadas são uma alta taxa de refugagem devido a um retardamento no crescimento dos animais (a doença causa falta de apetite e emagrecimento progressivo), distúrbios respiratórios e entéricos e mortalidade.
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A Dra. Maria Nazaré Torres Simões Lisboa é uma profissional que sempre buscou novas fronteiras. Uma das primeiras mulheres a se destacarem na atuação na área de produção de suínos, esta médica veterinária formada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, com especialização na Universidade de Minnesota (EUA) e mestrado em produção e patologia de suínos na Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha) se descreve como uma pessoa que "sempre teve fascínio pelo o mundo de consultoria na área de produção de suínos".
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio do Departamento de Cooperativismo e Associativismo (DENACOOP) promoveu no último mês de abril a visita de uma Delegação Espanhola para conhecer com mais detalhes a suinocultura brasileira.
Formada por representantes de 10 cooperativas filiadas a uma Central de Cooperativas, a COTECNICA, e o Chefe do Serviço de Promoção Cooperativa do governo espanhol, a comitiva veio avaliar possibilidades de parcerias de negócio.
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